ONG Badí vai oferecer curso de cheerleading

 

cheerleadering (3)

Um esporte praticado por mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente nos EUA. Este é o cheerleading, também conhecido como “animador de torcida”, que a gente só vê em jogos de futebol americano ou em algumas partidas do Campeonato Paulista. Porém, a partir deste ano, estará disponível na ONG Badí Comunitário através do projeto “Cheerleading na Escola”.

O cheerleaders consiste no uso organizado de música, dança e elementos de ginástica para fazer com que os torcedores animem seus times em partidas de futebol americano, basquetebol e futebol de campo. A iniciativa de trazer essa modalidade inédita na cidade é do professor de educação física Ricardo Emílio de Toledo e da pedagoga Ana Paula Bezerra.

Ambos já tiveram uma experiência muito promissora em escolas particulares de Rio Claro, que adotaram o cheerleading como atividade curricular. A meta dos professores é envolver a garotada da entidade no projeto, já que na opinião deles, trata-se de uma modalidade que trabalha o desenvolvimento emocional das crianças, estimulando a autoconfiança, o espírito de equipe e, ao mesmo tempo, incentivando o convívio social, o respeito e a prática esportiva.

Por enquanto, cerca de 40 crianças irão participar da primeira turma, mas a direção do Badí espera que, conforme o cheerleading for ficando mais conhecido, outros alunos venham a participar.  Outro projeto dos organizadores é lavar as crianças às praças esportivas da cidade para incentivar equipes e, ao mesmo tempo, treinar a modalidade.

 

ANTIGO

Embora ainda incipiente no Brasil, o cheerleading surgiu em 1884, na Universidade de Princeton (EUA). Na época, somente os homens participavam. Na década de 1930 o esporte já se fazia presente em todas as  universidades americanas e as mulheres passaram a participar como cheerleading. Devido ao crescimento do interesse pelo esporte, em 1997, a ESPN passou a transmitir as competições de cheerleading nos Estados Unidos.

Localização