Uma fábrica, um sonho

A história da Sulamericana começa no final dos anos 1950, quando dois irmãos iranianos, Hussein e Qudrat Ullah Soltani, recém-chegados ao Brasil, decidiram montar o próprio negócio. Após muitos estudos e enormes sacrifícios, no dia 1º de abril de 1962, o sonho dos irmãos Soltani tem início, com uma pequena fabriqueta, nos fundos do bairro do Aterrado, em Mogi Mirim. Naquela época, havia apenas algumas casas de ferroviários ao lado da Sulamericana. Com apenas pequenas máquinas, a empresa inicia a fabricação de papelão compacto. Eram somente 40 funcionários, que produziam 40 toneladas de papelão por mês, isso se a chuva não atrapalhasse, já que o papelão produzido era seco ao ar livre, sobre a grama! Toda a produção era vendida a empresas de encadernação de livros. Somente em meados dos anos de 1970 é instalada a primeira máquina automática, com secadores a vapor. Foi uma revolução em termos industriais. Nos anos de 1990, outros investimentos maciços alavancaram a produção da Sulamericana, com a chegada de equipamentos de última geração. Isso permitiu a fabricação de papéis de alta gramatura, além do tradicional papelão. Desde então, a empresa não parou mais de crescer até se tornar líder no segmento no mercado nacional. Hoje, a Sulamericana, instalada em uma área de 81 mil m², com 23,1 mil m² de construção, tem capacidade para produzir até 80 mil toneladas de papel por ano, contando com duas laminadoras com capacidade de 43,2 mil toneladas de papelão de até 3,5 milímetros. Uma terceira máquina é capaz de fabricar outras 36 mil toneladas de papel entre 120 gramas/m² e 400 gramas/m².
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